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terça-feira, setembro 11, 2007

Convosco...



Hayman Island Resort - Austrália - Great Barrier Reef - Whitsunday Islands - Estado de Queensland


Do outro lado do Mundo, deste nosso Mundo, no meio do nada, ou antes no meio de um imenso mar... uma barreira de coral igualmente imensa... 40 graus de muito e insuportável Sol, um pouco menos à sombra, na praia, perante a calma da água, ali tão transparente e quente... Ali, onde de manhã, bem cedo, pelas 6 e tal da manhã, costumavam juntar-se "famílias" de raias, mesmo à beirinha... indiferentes à nossa presença... Ali, onde, numa noite, uma tartaruga veio à praia deixar os seus ovos, perante uma audiência atenta e silenciosa que teve o enorme privilégio de testemunhar o magnífico episódio... Ali, onde "palminhámos" cada recanto da ilha e os seus "spots" mais exclusivos... Champanhe ao pequeno-almoço, porque sim... simplesmente porque o local, só por si, merecia uma comemoração matinal... Ali a Vida é Bela, bom, na verdade não só ali, de facto assim é em qualquer lado, basta saber vivê-la e poder vivê-la.


Notas de viagem:

Como chegar a Hayman:

A partir de Sidney, chegamos a esta ilha via Hamilton Island, uma das mais conhecidas do grupo Whitsunday Islands. O vôo é directo e tem uma duração de 2 horas. De Hamilton para Hayman seguimos a bordo de um luxuoso iate, com direito a "refreshments", incluindo champanhe ;);

A piscina do hotel é de água salgada;

Aquando da nossa estadia o regime era "nada incluído" - pequeno-almoço, almoço ou jantar, tudo pago à parte do alojamento (carote portanto);

Recomendam-se vivamente os passeios à ilha, de preferência logo de manhã, bem cedo, ou ao entardecer, sendo imprescindível levar água. Os pontos mais altos da ilha exibem cenários perfeitos para os amantes de fotografia. A não perder mesmo!


segunda-feira, novembro 20, 2006

Nova Zelândia estonteante...


A partida de Cristchurch fez-se cedo, muito cedo, logo pela fresca. Deixámos o hotel por volta das 3 da madrugada porque o objectivo era tentarmos andar de balão (entenda-se que esta foi a nossa 3.ª e derradeira tentativa, 2.ª na Nova Zelândia, porque já o havíamos tentado na Austrália, igualmente sem sucesso). Teríamos, pois, de percorrer bastantes quilómetros, mais do que supúnhamos de início, até ao local onde a partida do balão teria lugar, caso se verificassem condições metereológicas absolutamente excepcionais.

A viagem foi fantástica, estávamos motivados e profundamente crentes de que à 3.ª seria de vez! Muito embora o nosso corpinho ainda reclamasse por caminha, certo é que, à medida que a noite dava lugar aos primeiros raios de sol e desvendava um cenário natural de esplendor, a nossa excitação crescia e crescia e crescia. A Nova Zelândia habituou-nos a encontrar spots fantásticos por onde quer que passássemos e a descobrir recantos como o desta imagem. Já o sol ía alto quando deparámos com um cenário quase surreal; um lago pintado de um verde desconcertante e a perder de vista e, ao fundo, um pormenor do Mount Cook ainda com alguns apontamentos de neve, que o Verão recentemente chegado ainda não tinha conseguido derreter.

Ali nos detivemos por largos e fantásticos momentos, sentados na margem, a molhar os pés, e só, porque a temperatura da água não convidava a mais. Procurámos absorver toda aquela envolvente, sem descurar um único pormenor. Aquela era uma imagem que, decididamente, queríamos perpetuar nas nossas memórias.

Apesar dos nossos maiores desejos, não conseguimos, afinal, andar de balão, a direcção do vento indicava que não seria prudente levar a cabo uma tentativa. Não conseguimos esconder a desilusão que sentíamos perante tanta oposição dos Deuses, mas este e muitos outros cenários semelhantes, conseguiriam atenuar o nosso desapontamento. Não iríamos ter a experiência da Nova Zelândia "by ballon", mas os percursos que tínhamos pela frente seriam largamente recompensadores! Sabiamo-lo...